A Câmara Municipal de Jati voltou a cobrar oficialmente o DNIT por providências urgentes em um dos trechos mais perigosos da BR-116 que corta o município: o local conhecido como “Corte Grande”.
A cobrança foi formalizada por meio do Ofício nº 113/2025, assinado pela presidente da Casa, a vereadora Valma Gomes, solicitando a instalação de muretas de ferro como medida preventiva para reduzir o risco de acidentes no trecho, que segue sem proteção adequada.
Segundo o documento, a ausência de barreiras de contenção transforma o local em um ponto crítico, especialmente em períodos de chuva e em horários de baixa visibilidade, colocando em risco motoristas e pedestres que trafegam diariamente pela rodovia.
Presidência da Câmara reforça cobrança e preocupação com a população
Sob a condução de Valma Gomes, a Câmara destaca que o problema já é conhecido e que não se trata de um pedido isolado, mas de uma demanda recorrente do Legislativo e da própria comunidade. A avaliação é de que o risco permanece enquanto as providências não saem do papel.
A presidente reforça que o papel da Câmara é cobrar, fiscalizar e dar voz à população, sobretudo quando se trata de segurança viária e preservação de vidas. O ofício ressalta que a instalação das muretas é uma ação básica, porém fundamental, para evitar tragédias anunciadas.
Cobrança pública por resposta
Com o novo ofício protocolado, a expectativa agora é por um posicionamento claro do DNIT, com definição de prazos e cronograma de execução. Enquanto isso, a Câmara Municipal de Jati afirma que seguirá acompanhando o caso e mantendo a cobrança ativa.
Para o Legislativo, cada dia sem intervenção representa um risco real, e a responsabilidade não pode ser empurrada indefinidamente. A segurança na BR-116 segue como prioridade na pauta da Casa.


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