Maioria dos vereadores, seguem partido dos prefeitos, após mudança eleitoral

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Partidos governistas viram atrativos para vereadores de mandato 
Pelo menos três cidades mostraram uma consequência da mudança na legislação eleitoral com o fim das coligações nesta reta final do prazo da janela partidária, que é a filiação em massa de vereadores de mandato nos partidos do prefeito.
Recife, de Geraldo Julio, já conta com 16 vereadores de mandato no PSB, cujo número pode chegar a 21 até o próximo dia 4 de abril, dos 39 vereadores do Recife. Em Jaboatão, o prefeito Anderson Ferreira filiou nada menos que 17 vereadores, dos 27, ao seu partido, o PL, enquanto Raquel Lyra, em Caruaru, repetiu os mesmos 17 vereadores ao PSDB, em um universo de 23 vereadores de mandato.
A migração dos vereadores para os partidos do prefeito em três cidades importantes não pode ser classificada como oportunismo ou compra de apoio político. É que a eleição da forma como será em 2020 ainda é uma incógnita e os vereadores estão apostando no potencial do voto de legenda e da própria estrutura de uma chapa governista para tentar a sobrevivência eleitoral. Do mesmo jeito que os vereadores estão indo para os partidos do prefeito visando uma maior segurança, o risco de perda ainda existirá, e muitas das vezes eles precisarão de mais votos do que numa chapa tradicional.
Porém, montar uma chapa proporcional custa muito caro e no fim das contas o vereador que apostar nisso pode ficar pendurado no pincel com um provável esvaziamento da chapa, risco minorado nos partidos dos prefeitos. Por isso está havendo esta escolha, que é legítima por parte dos vereadores, e faz parte da política.
Em São José do Belmonte, aponta para um numero de 10 a 11 vereadores de mandato, que poderá se filiar no partido do prefeito Romonilson Mariano, que até o momento, não anunciou que sigla irá seguir. 
Dos 13 vereadores, apenas Zeca e Evandro, confirmaram sua ida para o AVANTE, partido do deputado Sebastião Oliveira em Pernambuco.

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