“Sabendo que não será reeleita, não está nem aí pra esses religiosos retrógrados, afinal quem somos nós se não uma pedra no sapato do progresso. Agradeço a todos que lutaram, oraram, rezaram e se mobilizaram. Convido-os a se lembrarem desse episódio em 2014, nas urnas. PT nunca mais!”, escreveu.
O deputado afirmou que o Palácio do Planalto está “desorientado ou muito mal intencionado” ao dar aval ao texto. Para ele, Dilma deixou de ouvir as entidades religiosas e sancionou um projeto de “dúbia interpretação”.Feliciano comparou o estupro ao sexo sem consentimento e disse que a lei abre brecha para realização de abortos.
“Uma mulher grávida de 2 meses dizendo ao médico que o marido fez sexo a força, ou ela não queria porque estava com dor de cabeça? Aborto feito! Não há como comprovar que o sexo foi sem consentimento. É a palavra da mulher que engravidou e pronto. Não há como provar”, afirmou.Dilma sancionou integramente, nesta quinta-feira, a lei que regulamenta o atendimento na rede pública do SUS às mulheres vítimas de violência sexual, chamada de “profilaxia da gravidez”.
O projeto que deu origem à lei foi aprovado pelo Senado no começo de julho. O atendimento a vítimas de violência deve incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, a realização de exames para detectar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. A lei também determina a preservação do material coletado no exame médico-legal.
( O Globo)
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