Ativistas e integrantes destes grupos
tradicionais passaram a ser alvos em conflitos devido à pressão exercida
pela expansão do agronegócio, pelo aumento da exploração de minérios e
pelos efeitos de grandes obras de infraestrutura, como a construção de
ferrovias e hidrelétricas.
O estado com maior número de confrontos
foi o Maranhão, com 157 ocorridos neste ano. Na sequência vem o Pará
(78), Pernambuco (67) e Bahia (63). Além da constante da violência no
campo, as eleições municipais realizadas no ano passado não podem ser
desconsideradas para explicar o excesso de enfrentamentos, pondera o
advogado da CPT. “Interesses se chocam nos pequenos municípios e os conflitos rurais aumentam“, diz ele.(Fonte: G1-PE)

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