São José do Belmonte se despede da professora Celina Pereira da Silva, fundadora da Escola Manoel Barbosa da Silva, nas Cabaças


Uma vida dedicada à educação e à formação de gerações. São José do Belmonte perdeu uma professora que deixou sua história marcada em diversas comunidades do município e da região.

Foi sepultada na tarde desta quarta-feira, 21 de outubro, no Cemitério Parque da Saudade, em São José do Belmonte, a professora Celina Pereira da Silva, que faleceu na terça-feira (20), aos 79 anos.

Conhecida por sua dedicação ao ensino, professora Celina construiu uma trajetória de grande importância para a educação rural. Ao longo de sua vida, lecionou nas comunidades do Jatobá, Sítio Barreiro, Quixaba, Jurema, Luiz Pereira e em outras localidades, incluindo a região de Mirandiba, na época em que ainda era distrito de São José do Belmonte.

Um dos maiores legados de sua trajetória foi a fundação da Escola Manoel Barbosa da Silva, na comunidade das Cabaças, instituição que ajudou a construir a história educacional daquela localidade e que se tornou parte importante de sua vida.

Considerada uma das professoras mais antigas do município, Celina era uma referência para diferentes gerações de alunos e famílias que tiveram a oportunidade de conhecer seu trabalho.

Sua preocupação em preservar a história da educação também ficou registrada em um documento especial. A pedido da direção da Escola Manoel Barbosa da Silva, a professora escreveu de próprio punho um relato histórico sobre a instituição, que permanece arquivado na escola como testemunho de sua memória e contribuição.

O velório aconteceu na Rua João Sobreira de Moura, nº 29, e o sepultamento foi realizado às 16h desta quarta-feira.

A partida da professora Celina representa uma perda para a história da educação de São José do Belmonte, especialmente para as comunidades rurais onde ela dedicou tantos anos de sua vida ao ensino.

O portal Geo Belmonte Notícias manifesta seus mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos, ex-alunos e a toda a comunidade das Cabaças.

Professora Celina partiu, mas sua história continuará viva na memória de seus alunos e na escola que ajudou a fundar.

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