Cavalgada à Pedra do Reino completa 33 anos: uma história de tradição, cultura e amor por São José do Belmonte
Primeira edição, realizada em 19 de setembro de 1993, reuniu pouco mais de 50 cavaleiros e deu início a uma das mais importantes manifestações culturais do município.
Neste sábado, 19 de setembro de 2026, São José do Belmonte celebra os 33 anos da primeira Cavalgada à Pedra do Reino. A data marca o início de uma tradição que atravessou gerações e se tornou parte da identidade cultural e histórica do povo belmontense.
Foi em 19 de setembro de 1993 que pouco mais de 50 cavaleiros partiram em uma jornada que entraria para a história do município. Ao longo do percurso, passando por sítios e fazendas, novos participantes se juntavam ao grupo, fortalecendo uma iniciativa que unia amizade, cultura sertaneja e valorização das raízes locais.
A cavalgada nasceu do desejo de preservar a memória do sertão e valorizar o universo histórico e literário da Pedra do Reino, cenário associado à obra de Ariano Suassuna e às tradições que fazem de São José do Belmonte uma referência cultural.
Homenagem aos pioneiros
Em um texto especial intitulado “A Poeira dos Primeiros Cascos: 33 Anos de Uma Jornada Sagrada”, Valdir José Nogueira de Moura presta homenagem aos homens que participaram daquele momento histórico.
Entre os pioneiros lembrados estão Edízio, Ernesto, Clênio, Ednilson, Eugênio, Antônio de Alberto, Robério Hamilton, Aníbal Alencar, Donizete, Expedito Mandú, Adalberto, Pedro Zeca Miron, Chico Lopes, Luiz Pires, José Iran, Sebinho, Vadinho, Joaquim Lucena, Chico de Dôra, Joaquim Grande, Joaquim Cirilo, Nourenberg, Neuzinho, Diassis de Dedício, Antônio de Seu Né Landim, Minga, Milton Pilé, Zé Luiz Teixeira, Cafofa, Chico França, Pedro de Nuca, José de Tila, Edílson das Areinhas, Diassis de Luiz Lourenço, Chicão dos Canudos, Ivan, Tico de Ioiô, Paulo de Alberto, Régis, Marcos Cigano, Antônio de Santa Rita, Damião, Paulo Raimundo, Alexandre Rodrigues e Pedro Miron, além de tantos outros que contribuíram para o nascimento dessa tradição.
Segundo Valdir, recordar esses personagens é também homenagear o espírito sertanejo e reconhecer aqueles que tiveram a coragem de dar os primeiros passos para a construção de um patrimônio cultural.


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