Faleceu de um infarto fulminante na manhã dessa sexta feira
o meu amigo Domingos Sávio (Salvinho Irmão
de Sonoaldo), que era residente na antiga Travessa Santa Catarina (
mesma Rua da Concha acústica).
O corpo de Domingos Sávio foi levado para unidade Mista Auta
Magalhães, a aonde já chegou sem vida.
Salvinho era meu amigo particular, o mesmo participou do meu
documentário em DVD que foi gravado na campanha de deputado estadual em 2010.
Uma das principais causas de morte súbita é o infarto
fulminante. Quando o infarto ocorre, o coração torna-se incapaz de bombear o
sangue adequadamente, levando o paciente a umestado de colapso circulatório.
Geralmente, o infarto fulminante, como o próprio nome
indica, se apresenta de forma repentina. Dessa maneira, ele pode causar, na
maioria das vezes, a morte da vítima antes mesmo que ela receba qualquer tipo
de atendimento médico.
Nem sempre é possível prever com muita antecedência o
infarto fulminante.
O tempo é crucial para alguém que sofre um infarto. Quanto
maior for a demora para o reconhecimento deste quadro, maior a chance de danos
e complicações irreversíveis para o paciente, além de aumentar a probabilidade
de ele vir a óbito. Diante disto, os sinais de alerta são decisivos.
Além de saber reconhecer precocemente os sintomas, é de
vital importância conhecer osfatores de risco que levam a um infarto
fulminante, pois somente desta forma se torna possível prevenir sua ocorrência
e agir rapidamente.
Fatores de risco do infarto fulminante
Nem sempre é possível prever com muita antecedência o
infarto fulminante. É preciso estar atento e observar quais são os fatores de
risco que se enquadram nas ocorrências de infarto. Quanto mais fatores de risco
uma pessoa tiver, maior será a chance de se ter alguma doença nas artérias
coronárias, o que agrava o risco de um infarto mais extenso.
Pessoas com idade acima dos 50 anos estão mais vulneráveis a
um infarto, assim como aquelas que são obesas, sedentária, diabéticas e que possuem
níveis altos de colesterol. Nesta análise, ainda é importante verificar um
possível histórico familiar de doença coronária. Quem consume bebida alcoólica
de forma excessiva, fuma e faz uso de drogas, como a cocaína, também se
enquadra no chamado grupo de risco.
Para reduzir o risco de sofrer um infarto fulminante,
recomenda-se a prática de hábitos de vida saudável, realizar atividade física
regular (como uma caminhada de 30 minutos três vezes por semana) e beber muita
água. Exames de prevenção também devem ser realizados periodicamente. Por meio
de eletrocardiograma de repouso, hemograma, colesterol total e frações,
triglicérides, glicose e teste de esforço, é possível verificar qualquer
alteração no sistema cardíaco.
Ações de socorro
Algumas ações são fundamentais no socorro de uma vítima de
infarto fulminante. A primeira delas é chamar o serviço de urgência, ligando
para o número 192. Enquanto a ambulância estiver a caminho, procure acalmar a
vítima e sentá-la em uma posição confortável. Verifique se ela não está com
roupas apertadas e procure deixá-la à vontade para respirar.
O indivíduo que sofre um infarto fulminante deve ser levado
a um hospital imediatamente. Quanto antes ele chegar ao centro médico
especializado, menos seqüelas restará. Pesquisas indicam que a mortes ocorrem
na primeira hora após o infarto em 60% das vezes.
Uma ação de primeiros socorros no trato com a vítima de
infarto fulminante inclui dar a ela uma aspirina, embora a sua dosagem nem
sempre tenha consenso, variando entre meio e dois comprimidos. Estudos indicam
que o uso do medicamente pode reduzir a chance de morte.

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