Na eleição de 2012, o então candidato a reeleição Julio Lossio (PMDB) foi enfático em dizer que não era político profissional e que ao final de sua gestão à frente de Petrolina voltaria normalmente a exercia sua profissão de médico oftalmologista.
Lossio foi reeleito e sua gestão nesses primeiros oito meses ainda não conseguiu dá a resposta esperada à população que lhe escolheu para mais quatro anos de mandato e, para completar, sofreu o revés de ter seu mandato cassado em segunda instância no TRE em Recife.
Com seu desejo de não seguir carreira política e com as dificuldades jurídicas encontradas, seria a princípio mais do que compreensivo que Julio Lossio deixasse enfim a vida pública. Entretanto, o prefeito petrolinense achou melhor criar um fato político reagindo à cassação, muito mais politicamente do que judicialmente.
Lossio foi reeleito e sua gestão nesses primeiros oito meses ainda não conseguiu dá a resposta esperada à população que lhe escolheu para mais quatro anos de mandato e, para completar, sofreu o revés de ter seu mandato cassado em segunda instância no TRE em Recife.
Com seu desejo de não seguir carreira política e com as dificuldades jurídicas encontradas, seria a princípio mais do que compreensivo que Julio Lossio deixasse enfim a vida pública. Entretanto, o prefeito petrolinense achou melhor criar um fato político reagindo à cassação, muito mais politicamente do que judicialmente.
O que Lossio fez? Anunciou neste sábado (14), em Encontro de Blogueiros que acontece em Petrolina, que enviou uma carta à direção de seu partido, não apenas dizendo que é candidato a governador de Pernambuco, mas também ameaçando deixar o partido caso o seu nome não seja analisado. E mais, disse que só respeitará a posição do PMDB estadual caso os dirigentes sigam a orientação do diretório nacional, leia-se a decisão de Michel Temer, vice presidente da república.
Não se pode negar que o nome de Lossio para governador vem sendo lembrado depois das eleições de 2012 quando o prefeito petrolinense foi um dos poucos a ganhar dos candidatos do governador Eduardo Campos, tornando-se uma das pouquíssimas referências de oposição no estado. O próprio prefeito, no entanto, sempre negou essa possibilidade, mesmo tendo havido conversas especialmente com o senador Humberto Costa do PT.
O anuncio do prefeito coincide com a proximidade de uma data importante do calendário eleitoral: a data de 04 de outubro é o limite para quem pretende mudar de partido e concorrer nas eleições de 2014, por isso com a carta enviada ele dá um ultimato à direção de seu partido. É esperar pra ver no que vai dá.

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