No reverso da medalha, Marina precisaria conter seus ataques, pelo menos antes de o PSB elaborar um programa de campanha com começo, meio e fim. Parece perigoso denunciar pontualmente que nada se fez no setor da reforma agrária, que a agroecologia inexiste, que o Código Florestal favorece o desmatamento, que o governo Dilma é um retrocesso ou que acaba de entregar ao petróleo ao estrangeiro.
Essas acusações o vento leva com rapidez, se desligadas de um fio central, de um roteiro completo. Enquanto Eduardo Campos se poupa em matéria de desafios, Marina Silva dá a impressão de candidata a D’Artagnan, aquele que desafiou de uma só vez os Três Mosqueteiros.FONTE blog do Magno Martins

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